A OGX iniciou seu primeiro teste de longa duração em janeiro de 2012 em Waimea, na Bacia de Campos, dando o primeiro passo de um processo de grande crescimento na produção de petróleo em suas reservas.
 

Seu primeiro poço, o OGX-26, deverá produzir entre 15 e 20 mil barris de petróleo/dia, e, após a declaração de comercialidade, outros dois poços de capacidade semelhante também serão conectados ao FPSO e deverão entrar em produção ainda em 2012. Outras acumulações, como Waikiki, Fuji e Illimani, também estão em vias de iniciar a fase de desenvolvimento da produção no próximo ano.
 

Em outubro de 2011, a empresa recebeu sua primeira plataforma de produção (FPSO), o FPSO OSX-1, e já em 2013 ela receberá o reforço do OSX-2 e OSX-3. A perspectiva é de que em 2015 a produção terá alcançado 730 mil barris/dia, o que tornará a OGX a maior produtora privada do Brasil.
 

Levando em conta o volume de descobertas feitas até agora pela OGX e o planejamento de aquisições de equipamentos em curso, a meta de produção da companhia para 2019 é de 1,4 milhão de barris/dia, equivalente a dois terços do que é a produção nacional de petróleo hoje. Para atingir esta meta, a empresa contará com 19 FPSOs, 24 plataformas fixas para águas rasas (WHP) e mais cinco plataformas para águas profundas (TLWP) para suas atividades de produção.
Bacia de Campos
A produção do primeiro óleo em Waimea ocorreu em prazo recorde no setor petrolífero mundial
Bacia do Parnaíba
Produção de gás natural deve atingir 5,7 milhões de metros cúbicos por dia até 2013

OGX 2.0

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