A fim de garantir uma campanha exploratória ao mesmo tempo extensa, rápida e eficaz, a OGX, logo em sua criação, dedicou-se a adquirir o primeiro ativo necessário para chegar a esse resultado: o conhecimento. No setor de óleo e gás isso significa, além de uma equipe com grande experiência, forte investimento na produção de dados geológicos diferenciados.
Uma das primeiras iniciativas da OGX foi providenciar a aquisição de dados sísmicos de empresas especializadas em pesquisas geológicas, tanto dados em 2D – cobrindo áreas extensas – e dados 3D – mais precisos e sofisticados, permitindo visualização das estruturas rochosas da sub superfície em terceira dimensão. Com isso, é possível em um primeiro momento se delimitar regiões com maior potencial de acumulações de óleo e gás, e depois refinar dados a fim de definir prospectos para futuras perfurações.
Ainda em 2008, a OGX lançou sua própria pesquisa de levantamento sísmico, contratando as principais empresas do ramo no mundo para a empreitada. O trabalho teve início pela Bacia de Campos, com a contratação do navio Ramform Valiant, da Petroleum Geo-Services (PGS), logo ampliado com mais embarcações direcionadas ao levantamento nas bacias de Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, além de equipes atuando nos blocos em terra na Bacia do Parnaíba.
A OGX também possui, em sua sede no Rio de Janeiro, uma sala de realidade virtual, que permite a visualização em 3D de dados geológicos, trazendo para o país o que há de mais moderno em tecnologia na indústria de petróleo e gás. Esta sala proporciona um ambiente de imersão e integração entre as equipes de exploração, contribuindo para agilizar o processo decisório e proporcionando maior precisão na análise dos dados.