O Brasil chegou ao início do século XXI como um dos poucos países do mundo com potencial para grandes descobertas de reservas de petróleo e gás. Submetido a um monopólio que durou quase cinco décadas, até 1997, o país foi palco de mudanças e obteve avanços importantes ao longo dos últimos anos – exatamente quando o mercado internacional de petróleo entrou em um novo e prolongado ciclo de alta demanda, puxado principalmente pelo crescimento das economias asiáticas.
Dotada de recursos financeiros e de um dos melhores quadros técnicos do setor privado, a OGX assumiu uma posição de liderança em um momento decisivo da indústria do petróleo. Arrematou 21 dos blocos mais promissores leiloados da 9ª rodada pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em novembro de 2007, nas bacias de Campos, Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão, e nos anos seguintes acrescentou à carteira um sexto bloco na Bacia de Santos e outros 13 blocos terrestres – cinco deles localizados na Colômbia e outros oito na Bacia do Parnaíba, no interior maranhense.
A campanha exploratória mostrou-se de uma eficácia única. Em um espaço de menos de quatro anos desde o leilão, a empresa contratou 9 sondas exploratórias, e perfurou mais de 70 poços, com uma taxa de sucesso superior a 90%.
A OGX se dedica no momento a delimitar o tamanho das descobertas já realizadas, explorar novas áreas e a iniciar a extração de óleo e gás nos reservatórios com maior potencial produtivo.