A carteira de ativos da OGX inclui concessões exploratórias em algumas das bacias sedimentares mais atrativas do continente sul-americano. Além de blocos com grande potencial produtivo em províncias petrolíferas já exploradas e reconhecidas, a OGX também atua em novas fronteiras, e conseguiu abrir com sucesso uma grande frente de exploração na Bacia do Parnaíba, no Maranhão, até então pouco conhecida e explorada.
Outra característica do portfólio da OGX é o baixo custo logístico e tecnológico para sua exploração e produção, o que garante investimentos de rápida maturação e alto retorno. Dos seus ativos, 73% estão localizados em águas rasas, 19% em terra e 8% em águas profundas. Do total, 79% de suas concessões correspondem a áreas propícias para descoberta de acumulações de óleo, de fácil comercialização, e mesmo as descobertas de gás têm localização privilegiada e destinação certa para geração de energia pelas termoelétricas da parceira MPX.
Onde estão
O carro chefe do portfólio da OGX é um conjunto de sete blocos exploratórios localizados ao sul da Bacia de Campos, a maior província petrolífera do Brasil, com uma produção consolidada de cerca de 1,7 milhão de barris diários – cerca de 80% do total extraído no país. Os sete blocos da OGX na região abrigam recursos estimados em 5,7 bilhões de barris.
A empresa também possui ativos localizados estrategicamente em bacias com reservas e produção comprovadas, como Santos e Espírito Santo, na costa brasileira, e blocos em terra no Vale Inferior Madalena e Vale Médio Madalena, na Colômbia. Novas fronteiras deverão ser abertas pela OGX em blocos offshore na bacia de Pará-Maranhão e na bacia terrestre colombiana de Cesar-Ranchería, próxima à Bacia de Maracaibo, a mais prolífera da Venezuela. Já os oito blocos da Bacia do Parnaíba, interior do Maranhão, possuem enorme potencial para produção de gás natural.
Veja a localização dos nossos blocos de alto potencial no Mapa de Atuação da OGX.